quinta-feira, 17 de março de 2011
Camponesas celebram o 8 de março
Com informações do Movimento Feminino Popular
Os Núcleos do Movimento Feminino Popular de Jaru, de Porto Velho e de Corumbiara - Rondônia – divulgam as atividades realizadas em celebração do 8 de março, dia internacional da mulher trabalhadora.
Contra a criminalização do aborto
Para celebrar a data, foram promovidas duas palestras na Universidade Federal de Rondônia - UNIR de Porto Velho contra a criminalização do aborto, nas quais participaram cerca de 140 estudantes de pedagogia, letras, ciências sociais, direito e outros cursos. a . Durante as palestras, foi exibido o documentário “Habeas corpus”. O documentário narra a história real de uma jovem de 19 anos que estava grávida, porém o bebê era portador de uma rara síndrome que o condenaria à morte logo após seu nascimento. A justiça permitiu o aborto que foi iniciado num hospital em Goiânia. Pouco tempo depois, os médicos interromperam o procedimento, devido a um habeas corpus redigido à mão por um padre.
Camponesas celebram o 8 de março
A Área Revolucionária Zé Bentão, antiga fazenda Santa Elina, em Corumbiara, retomada por camponeses em 2010, foi o palco escolhido pelo MFP para as celebrações deste ano. Bandeiras vermelhas do Movimento ornavam a área. Na entrada do barracão onde funciona a Assembleia Popular, uma faixa conclamava a “Despertar a fúria revolucionária da mulher”, ao lado das bandeiras da Palestina, do MFP, da Liga dos Camponeses Pobres e do Comitê de Defesa das Vítimas de Santa Elina – Codevise.
O ato contou com a participação de dezenas de camponesas e camponeses. A camponesa Dina, viúva do dirigente camponês Zé Bentão, foi homenageada por sua participação ativa na Revolução Agrária e no MFP. Outra homenagem especial foi feita à camponesa Maria Helena, conhecida como Nega. Ela foi moradora da Área Revolucionária Zé Bentão e faleceu em novembro de 2010, aos 32 anos, vítima do descaso do Estado com a saúde pública. No pouco tempo que viveu na área, teve uma participação intensa, foi uma das coordenadoras da festa do corte Popular das terras. Maria Helena deixou esposo, um casal de filhos e a saudade entre familiares e amigos.
Após as homenagens, o ato foi encerrado com o canto da música “Aroeira” (Geraldo Vandré), apresentado pelas mulheres.
Ainda como parte da celebração do 8 de março, os núcleos do MFP de Corumbiara e Porto velho realizaram reuniões e atividades de formação, debateram os princípios do movimento e tarefas práticas com camponesas, estudantes e professoras da região. O MFP organizou panfletagens sobre a data em Corumbiara, Cerejeiras, Espigão D’Oeste, Jaru e Porto Velho. Em Corumbiara, duas militantes do Movimento Feminino Popular falaram em uma rádio local sobre o movimento e o 8 de março.
quinta-feira, 10 de março de 2011
Pesar pelo falecimento de Paulo Queiroz
Paulo Queiroz era membro do conselho editorial de A Nova Democracia e, desde Rondônia, colaborava com a luta pela imprensa democrática e popular.
Há três décadas o companheiro, paraibano de nascença, vivia e trabalhava em Rondônia. Colaborou com vários veículos de imprensa e foi justamente através da sua valente coluna Política em Três Tempos no Estadão do Norte que travamos conhecimento. Foi presidente do Sindicato dos Jornalistas de Rondônia, correspondente do Jornal do Brasil (RJ) na Amazônia, foi articulista político dos jornais O Guaporé, Diário da Amazônia, Estadão do Norte, entre outros. Colaborou também com o portal Tudo Rondônia e era o editor geral da página na internet Rondônia Sim.
Aqueles que encontravam as portas do monopólio da comunicação fechadas para os apelos populares, tinham em Paulo Queiroz um porta-voz militante. Dava voz aos camponeses, operários, estudantes, povos indígenas...
Aos 63 anos de idade, Paulo Queiroz não impunha limites para o seu trabalho. Faleceu na sede do Rondônia Sim. Seu corpo foi encontrado por parentes na tarde de ontem, dia 9 de março, e está sendo velado na sede da Reitoria da Unir desde 12 horas desta quinta-feira.
A Nova Democracia lamenta profundamente a perda do companheiro Paulo Queiroz. Em sua homenagem publicamos uma de suas colunas Política em Três Tempos.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Estudantes de Rondônia dizem não ao aumento e quebram "busão"
Carta aberta do CLDP à população de Rondônia
Após a combativa manifestação contra o aumento da tarifa de ônibus ocorrida no Centro de Porto Velho, Rondônia, na quinta-feira, dia 17 de fevereiro, quando os estudantes enfrentaram a repressão policial e apedrejaram o prédio da prefeitura, o Comando de Luta em Defesa dos Direitos do Povo (CLDP) lançou uma carta aberta a população rondoniense para esclarecer sobre sua organização e seus objetivos acerca de suas ações, destacando a manifestação “Porrada no Busão” que ocorreu na última quinta.
Leia a carta no blog do CLDP: http://comandodelutasdopovo.blogspot.com/
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Estudantes rebelam-se contra o aumento da tarifa e pulam as catracas!
Comando de Lutas em Defesa dos Direitos do Povo
[nggallery id=15] Nas últimas semanas de janeiro mais de 20 estudantes universitários e secundaristas , organizados de forma independente, começaram a pular as catracas dos ônibus em protesto contra o aumento da tarifa do transporte público de Porto Velho. Pularam a catraca de cerca de 50 ônibus num ato de repudio ao aumento da tarifa de ônibus de R$2,30 para R$2,60, realizado pelo prefeito Roberto Sobrinho (PT) e empresários, que segundo eles, passa a ser a segunda tarifa mais cara entre as capitais do país.
Os estudantes entravam nos ônibus, pulavam as catracas, distribuíam panfletos e pediam a atenção das pessoas presentes nos coletivos para denunciarem a situação do transporte público da cidade e chamar a população para a luta. Denunciavam a superlotação dos ônibus, a frota sem acessibilidade e sucateada, os atrasos constantes e as promessas que nunca foram cumpridas pelos empresários e prefeitura, referentes ao terminal de integração, renovação da frota e instalação de aparelhos de ar-condicionado.
“Enquanto os salários dos parlamentares aumentam em 61,7% , o salário mínimo aumenta em míseros R$30,00. No transporte público é a mesma coisa, o empresário , em conluio com o prefeito Roberto Sobrinho (PT), aumenta seu lucro cada vez mais e o trabalhador recebe cada vez menos para sobreviver, isso é um absurdo, não podemos aceitar”, denunciam. A ação foi bem vista pelos usuários do transporte coletivo, que apoiaram, aplaudiram e até mesmo pularam a catraca junto com os estudantes, reconhecendo que apenas através de ações ousadas e rebeldes se pode alcançar o que se deseja.
Os estudantes que compõem o Comando de Lutas em Defesa dos Direitos do Povo – CLDP com o movimento PORRADA NO BUSÃO buscam melhorias na qualidade do serviço de transporte coletivo de Porto Velho, inclusive a redução imediata da tarifa, e principalmente o passe livre para estudantes e desempregados. O movimento diz que vai continuar pulando a catraca dos ônibus e promete fazer uma grande manifestação para o Dia 17 de fevereiro no centro da cidade de Porto Velho. Convocam desde já, todos os estudantes, operários, vendedores ambulantes e trabalhadores em geral para pular a catraca e construir a manifestação.
TRANSPORTE DE QUALIDADE JÁ!
R$2,60 NÃO ! PORRADA NO BUSÃO!
REBELAR-SE É JUSTO!
CLDP - Comando de Lutas em Defesa dos Direitos do Povo
comandodelutasdopovo.blogspot.com
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Famílias de Santa Elina são brutalmente despejadas pela PM
No dia 20 deste mês 10 agentes do IBAMA e da policia federal desceram de helicóptero perto do acampamento e disseram-nos que podíamos ficar sossegados, que não haveria despejo algum. Não acreditamos, pois desconfiamos que podia apenas ser um levantamento para a futura expulsão, conforme aconteceu.
A maior parte de nós acampados é sobrevivente do massacre e desde que ocupamos a Santa Elina inúmeras tentativas de nos enrolar e desmobilizar nosso acampamento têm sido feitas, principalmente pelo INCRA e o senhor Gercino, da Ouvidoria Agrária Nacional. Primeiro nos disseram que iam vistoriar a Santa Elina, depois disseram que iam suspender a liminar de reintegração de posse, depois que teríamos que sair da área para poder cortá-la. Ora, já dissemos várias vezes que cansamos de esperar!
São 13 anos de promessas não cumpridas, em especial a de Lula de que se fosse eleito, cortaria a Santa Elina e indenizaria as vítimas do massacre. Não vamos esperar pelo INCRA, vamos retomar a Santa Elina novamente, e não será com ameaças de um novo massacre que vamos desistir dela.
A SANTA ELINA É NOSSA!
O POVO QUER TERRA, NÃO REPRESSÃO!
COMITÊ DE DEFESA DAS VÍTIMAS DE SANTA ELINA
quinta-feira, 3 de abril de 2008
ATO NA UNIR DENUNCIA PERSEGUIÇÃO A CAMPONESES
Por iniciativa do Advogado Padre Afonso Chagas (CPT), uma das proposições do Ato será a constituição de uma comissão ampla para se dirigir às áreas da fictícia guerrilha, para averiguar a situação dos camponeses e recolher depoimentos sobre a perseguição de pistoleiros e jagunços na região de Jacinópolis. Outra iniciativa, segundo o Diretório Central dos Estudantes (DCE-UNIR), será o lançamento de uma Carta Aberta assinada pelas Entidades presentes, e inclusive com a assinatura de personalidades reconhecidas a nível nacional e internacional.
segunda-feira, 31 de março de 2008
Preparação de um novo massacre em Rondônia
A revista “Istoé” publicada no dia 26/03/2008 estampou em uma de suas reportagens de capa, matéria em que acusa a Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia (LCP) de ser um “grupo armado”, “organização guerrilheira”, “responsável por homicídios”, “desmatamento ilegal”, etc., etc. e etc.
Com o título de que “O Brasil tem guerrilha”, a dita revista, baseando-se em depoimentos do delegado de Buritis, Iramar Gonçalves, do grileiro de terras em União Bandeirantes Sebastião Conti Neto, membros da Policia militar Ambiental e do major Enedy Dias, ex comandante da PM em Jaru, a revista Istoé estimulada pelos grandes latifundiários da região requenta as velhas acusações de sempre contra a LCP, sem obviamente apresentar nenhuma prova concreta do que diz ser verdade. Senão vejamos:
- Logo no inicio da matéria a revista diz que o agricultor Paulo Roberto Garcia morto em fevereiro deste ano foi morto pela LCP. Entretanto na própria matéria diz que os assassinos estavam encapuzados, o que obviamente impede o reconhecimento de quem seriam os assassinos. Mas sem pensar duas vezes a revista acusa a LCP.
- Logo à frente a matéria acusa a LCP de ter aberto uma estrada para acesso a Bolívia. Essa referida estrada foi aberta em 2006 por mais de 1000 moradores do distrito de Jacinópolis com apoio da LCP para que a comunidade possa ter acesso à cidade de Nova-Mamoré a quem pertence o distrito de Jacinópolis. Entretanto como não é de costume do pseudo-jornalismo saber a opinião dos moradores do lugar sobre qualquer fato, a revista “Istoé” também não perguntou a nenhum morador de Jacinópolis a história desta estrada.
- A revista também diz que a LCP fecha estradas para que a polícia não entre no local. Ora a policia ambiental é odiada pela população de Jacinópolis pelos abusos que sempre fez naquela região, como parar caminhões carregados de madeiras extraídas da floresta para pedir propina sob ameaça de apreensão do caminhão, fato conhecido pela maioria dos moradores da cidade de Buritis. Parar moradores da região como se fossem bandidos sob a mira de armas, manter pessoas em cárcere privado, como fez em 2006 com um camponês que se perdeu na mata e foi mantido preso por três dias na sede da policia ambiental. Isso são fatos conhecidos de todos moradores de Jacinópolis e ao contrário do que diz “Istoé” é o motivo que tem levado à saída de moradores de Jacinópolis, além das seguidas operações do IBAMA, SEDAM, PF e exército que fechou as poucas madeireiras do projeto acabando com o emprego de muitas pessoas. Os rojões que tanto assustaram os pseudo-jornalistas da “Istoé” é a única defesa da população da região para não perder sua moto-serra, e sofrer abusos por parte da polícia.
- A acusação de “guerrilha” não nos surpreende. Pouco antes do chamado “Massacre de Corumbiara” em 1995, a grande imprensa de Rondônia também acusava os camponeses que ocuparam a fazenda Santa Elina de fazerem “treinamento de guerrilha” e o resultado todos sabem qual foi: homens, mulheres e até crianças assassinadas pela polícia e jagunços da fazenda. É esse o motivo da matéria da “Istoé” reproduzida aqui em Rondônia pelo jornal dos latifundiários Folha de Rondônia, ou seja, preparar o clima para um massacre em Jacinópolis, sonho dos latifundiários de Rondônia.
- Sebastião Conte Neto uma das fontes de “Istoé” é um conhecido grileiro de terras da união em Porto Velho e formador de milícias armadas em União Bandeirantes. Já o delegado Iramar Gonçalves tem vários processos na justiça sendo que em um deles é acusado de trabalho de pistolagem, juntamente com outros policiais civis, para o finado latifundiário Lourival Carlos de Lima responsável pela morte de vários camponeses inclusive pela tentativa de homicídio de uma criança de 12 anos em 2006. Já o major Enedy Dias é uma triste figura que foi forçada a abandonar Jaru após varias prisões sem mandato judicial e apoio a pistolagem.
Responsabilizamos desde já os governos estadual e federal por qualquer ataque que vier a acontecer a população de Jacinópolis.
Abaixo a imprensa marrom, serviçal dos latifundiários!
Abaixo a criminalização da luta pela terra!
Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia
sexta-feira, 28 de março de 2008
Nota de Repúdio da Liga dos Camponeses Pobres à mentirosa "matéria" de Istoé
Nota de Repúdio
Jaru, 25 de março de 2008
Repudiamos a matéria mentirosa, sensacionalista e criminalizadora que a revista “Isto É” tenta passar por reportagem, com chamada de capa na edição de N.º 2003-Ano 31.
Repudiamos que latifundiários bandidos, assassinos, escravocratas, grileiros e os principais responsáveis pela destruição das florestas de nossa região, que moram em mansões e andam de avião, sejam apresentados, neste panfleto do latifúndio travestido de “matéria Jornalística”, como se fossem dóceis velhinhos bem intencionados, que pretendem trazer o progresso para Rondônia, e que são impedidos, ameaçados e aterrorizados por camponeses maus!
Repudiamos uma vez mais, repudiaremos centenas, milhares de vezes, sempre que guaxebas, pistoleiros, jagunços, seguranças privados, contratados para aterrorizar e assassinar camponeses pobres, mulheres e crianças, nós denunciaremos sempre que forem apresentados pela imprensa como humildes trabalhadores inocentes, contratados para serviços diversos.
Repudiamos este tipo de matéria paga que têm o único e exclusivo objetivo de dar repercussão nacional e servir de justificativa para sórdidas campanhas repressivas, com direito a torturas e assassinatos de camponeses pobres, tratados por essa imprensa podre e preconceituosa como “combatente de grupo armado”, “trupe maltrapilha, encapuzada e arredia”, e tudo o mais que transforme estes camponeses da região amazônica, estes brasileiros homens, mulheres e crianças, em alvos para as balas da burguesia, do latifúndio e do imperialismo!
Repudiamos que sejamos acusados de “portar arsenal de guerra”, enquanto o repórter mau caráter coloca a foto de um pistoleiro, jagunço, guaxeba, como que escondido no mato, com uma frase que ocupa quase uma página inteira falando de guerrilha, enquanto a legenda explicando que se trata de pistoleiro do latifúndio é mínima!
Repudiamos a grosseira armação de colocar fotos de companheiros ao lado de cadáveres, com o objetivo de que os leitores reconheçam estes companheiros como os responsáveis por tal assassinato! Que teria ocorrido segundo a “reportagem” em 22/02/2008. Canalhice também tem limite, Sr. Alan Rodrigues!
Estes companheiros, Ruço e Caco, foram injustamente acusados, há anos atrás, pela morte de um pistoleiro do latifundiário e grileiro Galo Velho, que é um dos maiores do ramo da “grilagem” no país, reconhecido como tal oficialmente pelo próprio Estado.
Ruço, depois de mais de 4 anos preso injustamente, foi ABSOLVIDO em Júri Popular, junto com Joel. Caco, após permanecer por três meses preso, foi absurdamente condenado, junto com o Dr. Ermógenes, advogado que presta serviço a alguns acampamentos, pela LEI DE IMPRENSA! Esta condenação impediu Caco de se defender junto com Ruço e Joel. Caco tem advogado constituído, inclusive apoiado por manifestação, pública, em abaixo assinado, de mais de 500 personalidades jurídicas e intelectuais de pelo menos 21 estados brasileiros e países espalhados pelos 5 continentes.
Esse processo infame contra Caco foi movido justamente por um dos protagonistas da matéria da “Isto É”, o Major Enedy. O mesmo que foi denunciado por camponeses de receber estranhos “presentes” após ações de reintegração de posse. O mesmo que, como um pavão, uma estrela de televisão, foi de colete a prova de balas no julgamento de Ruço e Joel, como testemunha de acusação, e acabou desmoralizado ao reconhecer que seus comandados, “nas horas de folga”, prestavam serviços de “segurança” para o latifúndio na região! Mas talvez na busca pela verdade, verificar suas fontes não estava na pauta do Sr. Alan.
QUEM MERECE SER REPUDIADO, EXECRADO E PUNIDO PELA SOCIEDADE, INCLUSIVE PELA PRÓPRIA LEI DE IMPRENSA UTILIZADA CONTRA O MOVIMENTO CAMPONÊS, é a revista “Isto É”.
E mais: repudiamos também veementemente as declarações do Major Josenildo Jacinto, Comandante do Batalhão de Polícia Militar Ambiental. Este Major acusa a Liga de tudo o quanto pode e enxerga, porque a sua “polícia ambiental” é ODIADA PELA MASSA DE TODOS OS CAMPONESES DE RONDÔNIA! Esta polícia é odiada porque persegue camponeses e pequenos madeireiros, enquanto protege latifundiários e grandes madeireiros. Esta polícia é odiada porque protege os agentes do IBAMA, verdadeiros agentes do imperialismo na região, que chegam passando por cima de tudo e de todos. Até o próprio governador de Rondônia andou protestando contra o IBAMA na região.
Conclamamos todos os democratas de Rondônia a se unirem contra mais esse sórdido ataque contra a Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia, que também é um ataque covarde contra o movimento camponês combativo, que é um ataque a todos os camponeses pobres da região amazônica, que é um ataque aos heróicos camponeses de Rondônia, que vieram de todas as partes do Brasil para esta terra, onde resistem há décadas aos ataques do latifúndio e à cobiça devastadora dos imperialistas estrangeiros, principalmente norte-americanos.
Cobramos a punição deste repórter e desta revista, e conclamamos todo o movimento popular a fazer o mesmo, na justiça!
Àqueles que, assustados com as calúnias e o sensacionalismo barato desta matéria paga, silenciam sobre tantas mentiras, acabarão por se tornar cúmplices do banho de sangue pretendido pela reação e já planejado, que está em processo acelerado de ser deflagrado.
Que todos os democratas sinceros e amantes da verdade e da justiça, se unam!
A verdade vencerá a mentira!
Viva a luta combativa dos camponeses de Rondônia!
Terra para quem nela vive e trabalha!
Viva a luta heróica dos camponeses brasileiros da região amazônica. A Amazônia é nossa!
Viva a Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia!
Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia