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terça-feira, 13 de outubro de 2009
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
PM abre fogo contra trabalhadores na Central do Brasil
Genocida Obama ganha nobel da paz por desarmamento
É a lógica do fascismo: mentir mil vezes até que uma mentira se transforme em verdade.Ele, que após assumir o posto de comando deixado por Bush ordenou o envio de mais 17 mil soldados para a invasão e agressão ao Afeganistão, manteve o genocídio no Iraque, o patrocínio do massacre perpetrado pelo Estado sanguinário de Israel contra o povo palestino, a recente ordem para instalação de novas bases militares na Colômbia, o patrocínio do golpe de Honduras, entre outros.
Uma comenda fascista, banhada em sangue de genocídios, para o chefe do imperialismo.
Veja os últimos artigos de AND sobre agressões ianques contra os povos do mundo:
Imperialismo reforça ocupações e abre novas frentes de agressão
http://anovademocracia.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=2313&Itemid=105
Bases militares e corrida armamentista na América do Sul
http://anovademocracia.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=2449&Itemid=105
Ianques instalam descaradamente bases militares ianques na Colômbia
http://www.anovademocracia.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=2359&Itemid=105
Presença militar ianque na América Latina
http://www.anovademocracia.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=2271&Itemid=105
Imperialismo reforça ocupações e ensaia a guerra
http://www.anovademocracia.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=2273&Itemid=105
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Fascismo Sem Limites
Revolta contra o péssimo transporte ferroviário no Rio
Rafael Gomes
Trabalhadores que utilizam o ramal de Japeri do trem da Supervia se revoltaram, nesta quarta-feira (7/10), contra as péssimas condições do sistema ferroviário do Rio de Janeiro.
O gerente estadual Sérgio Cabral Filho logo se apressou a afirmar que "o que aconteceu lá em Nilópolis foi sem dúvida uma ação de vândalos. Nada justifica o vandalismo ”. Isso certamente porque o mesmo não utiliza os trens superlotados da Supervia e nem ganha um salário mínimo por mês para ter que pagar o abusivo preço de 2,60 por passagem. O monopólio dos meios de comunicação carioca também se apressou em criminalizar o protesto dos trabalhadores. A PM foi acionada e durante a manifestação 10 pessoas ficaram feridas.
Após o episódio ocorrido, a Supervia, que tem concessão por 50 anos (25 anos renováveis por mais 25 anos) para manutenção e operação comercial da malha ferroviária urbana de passageiros da região metropolitana do Rio de Janeiro, decidiu liberar a roleta e deixar o embarque gratuito até às 10:00 desta quinta-feira (8/10).
O fato é que, diante do preço abusivo das passagens, das péssimas condições em que embarcam os passageiros e o sucateamento de todo o sistema ferroviário, os trabalhadores se vêem obrigados a protestar e pedir medidas cabais para a melhoria do transporte e o fim dos acidentes que já chegaram a matar trabalhadores nesses últimos anos.
Na Turquia, o povo declara guerra ao imperialismo
Patrick Granja
Nos dias 6 e 7 de outubro, dezenas de milhares de pessoas foram às ruas de Istambul para protestar contra as políticas imperialistas do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial, que tiveram suas cúpulas reunidas na capital turca para a realização de mais uma assembléia anual.
Há uma semana, dirigentes do imperialismo das duas entidades já chegavam ao país sendo rechaçados pelas massas. Foi o caso do diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, que recebeu uma sapatada do estudante Selcuk Ozbek, de 24 anos, durante palestra na Universidade de Istambul em seu primeiro dia na capital. O rapaz acabou preso.
O estopim se deu hoje, desde a manhã, em grande manifestação promovida por sindicatos combativos com o apoio do TKP/ML (Partido Comunista da Turquia/Marxista Leninista). O protesto contou com mais de 2 mil pessoas e foi marcado por ininterruptos confrontos com a polícia turca, onde um homem de 55 anos, identificado como Ishak Kavlo, foi morto e 78 pessoas foram presas. Vários policiais ficaram feridos, alguns com queimaduras graves causadas pelos coquetéis molov atirados pelos manifestantes. Uma loja da rede McDonald’s e vários bancos foram atacados pela massa, mesmo com a repressão ferrenha da tropa de choque da polícia turca, que utilizou jatos de água e bombas de gás lacrimogêneo contra a multidão.
“O centro de Istambul transformou-se, esta terça-feira, num palco de guerrilha urbana”, descreveu o jornal português A Bola.
Manifestantes de reuniram no distrito de Beyoglu e seguiram até a praça Taksim, de onde pretendiam partir para o centro de convenções onde os inimigos estavam reunidos, entre eles o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que firmou acordo promovendo o Brasil a credor do FMI, com um bônus de 10 bilhões de reais para o sustento de políticas imperialistas pelo mundo.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Noite de lançamento do novo livro de Rosana Bond no RJ
Leitores compareceram ontem (22/9) à primeira noite do lançamento do livro de Rosana Bond
História do Caminho de Peabiru:
Descobertas e segredos da rota indígena que ligava o Atlântico ao Pacífico
Hoje, 23 de setembro, o lançamento ocorrerá na Livraria Garamond - IFCS. Largo de São Francisco, 1, Centro - RJ, às 18 horas.
Informações através do fone (21) 2256 - 6303
Confira abaixo as fotos da primeira noite de lançamento na sede da Associação Brasileira de Imprensa - ABI.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Lançamento do novo livro de Rosana Bond no Rio de Janeiro
A Editora Aimberê orgulhosamente o convida para o lançamento do mais novo livro de Rosana Bond:
História do Caminho de Peabiru:
Descobertas e segredos da rota indígena que ligava o Atlântico ao Pacífico
O livro é o resultado de quatorze anos de pesquisas e oferece uma abordagem indígena, com informações inéditas da memória ancestral do povo Guarani.
O caminho milenar de Peabirú possuía cerca de quatro mil quilômetros e ligava o oceano Atlântico ao Pacífico.
Era uma rede de vias que, ao chegar na Bolívia, encontrava-se com as sofisticadas estradas incas e pré-incas.
É um evento imperdível para aqueles interessados na história dos povos originários do nosso continente.
Na ocasião, o leitor terá a oportunidade de adquirir a obra autografada pela autora.
História do Caminho de Peabirú, um livro de Rosana Bond
Lançamento
ABI - 7º andar
Rua Araújo Porto Alegre, 71 - Centro - RJ
22 de setembro às 18 hs
Livraria Garamond - IFCS
Largo de São Francisco, 1 - Centro
23 de setembro às 18 hs
Informações através do fone (21) 2256 - 6303
Apoio
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Editorial 57 - A 'crise do senado' e a crise do Estado
O processo de apodrecimento do velho Estado semifeudal e semicolonial brasileiro segue se aprofundando e se revelando nos inúmeros episódios de crimes contra o povo, entreguismo descarado e escândalos sucessivos de corrupção, que definitivamente escancaram para as massas a natureza anti-povo deste Estado reacionário e das sucessivas gerências de turno.
A chamada crise do Senado, nesse contexto, nada mais é que a ponta do iceberg – visível apenas pelas paspalhices dos dignos senadores – da renhida luta entre as frações da grande burguesia e do latifúndio e seus grupos de poder pelos despojos e privilégios de classe permitidos pelo imperialismo. Mesmo assim são pugnas que não escondem seu aspecto de conluio, como no recente pacto para salvar Sarney e Virgílio.
A imagem de um PT controlado pelo seu grupo mais fisiológico e preso à gerência do Estado, colocando no bolso as patéticas e tímidas dissonâncias de um Mercadante ou um Suplicy é um selo estampado à testa do oportunismo, que definitivamente declara estar do lado do que há de mais atrasado na sociedade brasileira ao se aliar a Sarney, Calheiros, Collor e cia. Aliás, esse é o destino de todo oportunismo e é o que AND vem denunciando em cada edição.
Mas não é essa a essência da crise, como querem fazer crer alguns. Nos bastidores dessa crise dentro da crise se encontra a manutenção da entrega das riquezas e da força-de-trabalho nativas ao imperialismo mais rapace, como é o caso das reservas de petróleo no pré-sal, que têm dado ensejo a uma série de encenações patrioteiras da “oposição”, como se ela também não fosse formada no mais escolado entreguismo.
De olho nas eleições de 2010 e preparando uma sucessão que lhe permita voltar triunfalmente em 2014, numa espécie de “novo queremismo”, Luiz Inácio manobra como poucos e coagula latifundiários e a cúpula oportunista do MST, transnacionais e as centrais sindicais pelegas, a repressão mais brutal e o mais reles assistencialismo, a máquina de contra-propaganda estatal e falsificação de índices de popularidade, tudo isso somado às mais solenes garantias de que tudo: solo, subsolo e espaço aéreo pertence ao imperialismo e não deve ser reclamado pelo povo brasileiro.
Pura ilusão, porque todos os esforços do velho Estado, auxiliado pelos oportunistas na sua gerência, não serão capazes de conter as revoltas populares que se avolumam e elevam sua consciência, apontando para a destruição do velho Estado, que só lhe reserva miséria e repressão.

