terça-feira, 18 de maio de 2010

Greve de ferroviários pára a Cidade do Cabo

África do Sul

Uma greve de trabalhadores da rede ferroviária paralisou a Cidade do Cabo, uma das sedes da Copa do Mundo de futebol na África do Sul no último dia 18 de maio. Há estimativas de que a paralisação deixou dois milhões de passageiros sem trem a 24 dias do início do Mundial de futebol.

Rio: Criminalização da pobreza e do trabalho nas favelas

Comerciantes tem estabelecimentos derrubados no morro dos Macacos

A chamada operação “Choque de Ordem” derrubou 17 construções no Morro dos Macacos, em Vila Isabel, na Zona Norte do Rio no dia 18 de maio.

Essas construções eram, na maioria, bares, oficinas mecânicas, farmácias, armarinhos e uma lan house e eram taxados pela prefeitura como “ilegais”.

Os agentes da prefeitura fizeram a derrubada anipovo enquanto policiais militares e guardas municipais os escoltavam.

Outras 37 construções (32 comerciais e 5 residenciais) já estão na lista para serem derrubadas pelo choque fascista.

Trabalhadores de universidades de São Paulo em greve protestam nas ruas contra arrocho

Cerca de 500 funcionários em greve da Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual Paulista (Unesp) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) realizaram um protesto na rua Itapeva, na Bela Vista, região central de São Paulo.

A manifestação se concentrou diante do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp), onde ocorreu uma nova reunião entre o conselho e o Fórum das Seis, que representa os sindicatos dos funcionários e professores das universidades paulistas.

Protesto estudantil contra mudança curricular antidemocrática

Belo Horizonte - MG

Estudantes da Faculdade Pitágoras em Belo Horizonte realizaram um protesto contra a política da instituição que visa reduzir, no segundo semestre deste ano, a quantidade de cursos e de aulas presenciais. Dessa forma várias disciplinas passarão a ser oferecidas apenas na modalidade à distância. A decisão da instituição, duramente criticada pelos alunos e professores e denunciada como autoritária, foi tomada sem consulta prévia e já vinha sido motivo de outros protestos.

“Tentamos dialogar com o grupo e construir em conjunto este novo modelo pedagógico. Os representantes informaram que as mudanças só serão comunicadas no dia 28, no final do semestre, quando os professores perdem seu poder de mobilização. Não aceitaremos cortes nem demissões injustificados”, declarou o professor José Carlos Arêas, diretor do Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais – Sinpro, ao jornal Hoje em Dia de 17 de maio.

Estudantes enfrentam PM

Durante o protesto do dia 17 os estudantes fecharam o transito da Avenida Raja Gabaglia, na zona Oeste da cidade. A polícia reprimiu os manifestantes com truculência. Mas o protesto não se desfez e os estudantes enfrentaram a repressão com combatividade e defenderam-se da brutalidade da PM e das bombas de gás jogando lixeiras das janelas do prédio da instituição.

Mercantilização do ensino com o aval do MEC

Em nota, a Kroton Educacional, responsável pela gestão da Faculdade Pitágoras, declarou que a carga horária dos cursos será reduzida “obedecendo aos parâmetros das Diretrizes estabelecidas pelo MEC, será ‘fortalecida por atividades que reforcem a autonomia da aprendizagem, otimizando a formação do profissional adequadamente preparado para a agilidade e flexibilidade do mundo do trabalho’.” [fonte: jornal Hoje em Dia de 17 de maio de 2010]





segunda-feira, 17 de maio de 2010

Diego Novaes e seus cartoons na UFRJ

A exposição na UFRJ dos trabalhos do cartunista, colaborador de AND, Diego Novaes atraiu 800 pessoas durante três semanas.



Grécia: mantém-se as mobilizações e protestos

15 de maio - milhares de trabalhadores vão às ruas em Atenas
contra os cortes de direitos e medidas antipovo.


"A greve continua! Ana Júlia, a culpa é tua!"

PARÁ

FOTO: Marcelo Lelis / Diário do Pará

Professores estaduais de Belém – PA em greve protestaram durante o ato eleitoreiro de inauguração de um elevado na Av. Júlio César, durante a manhã do dia 16 de maio último.

Cerca de 100 professores se dirigiram ao local gritando a palavra de ordem “A greve continua! Ana Júlia*, a culpa é tua!”.

A PM reprimiu os manifestantes e, de forma truculenta, prendeu o professor Hélio de Sousa Santos, diretor e professor de uma escola em Barcarena (cidade no interior do estado).

O protesto se dirigiu até a delegacia para exigir a soltura do professor, fechando o transito com faixas e gritando palavras de ordem.

* Ana Júlia Carepa – PT, atual gerente de turno do Pará, responsável pela política de criminalização dos movimentos populares no Pará, particularmente sobre os camponeses. Sob suas ordens a operação “paz no campo” perseguiu e torturou centenas de camponeses e, após sua deflagração, já matou mais de 13 ativistas e dirigentes camponeses.

17 de maio: Trinta anos de Guerra Popular no Peru

17 de maio de 1980 - inicia-se no Peru a guerra popular dirigida pelo PCP — Partido Comunista do Peru, tratado pelo monopólio de imprensa e pela reação por "Sendero Luminoso". Hoje, passados 30 anos, prossegue intensa campanha afirmando que a guerra popular teria se encerrado em 2000 e que a partir da prisão, em setembro de 1992, do Dr. Abimael Guzman Reynoso (o Presidente Gonzalo), e de grande parte do seu Comitê Central, esta direção teria pedido conversações com Fujimori para um acordo de paz. Porém, isto se deve unicamente a que as ações armadas, que nunca deixaram de ocorrer, voltaram a assumir grande envergadura. Para buscarmos compreender este processo ainda tão oculto e seu real significado, AND publica o artigo de José Antonio Fonseca, do Núcleo de Estudos do Marxismo-leninismo-maoísmo, recentemente enviado à nossa redação.


quarta-feira, 12 de maio de 2010

A greve avança: protesto unificado de funcionários e estudantes da USP, Unesp e Unicamp

A greve dos trabalhadores da USP ganhou a adesão dos estudantes e se expandiu para Unesp e Unicamp. Desse modo, a greve já paralisou as três universidades estaduais de São Paulo.

Nota do Estado de S. Paulo de 12.5.2010



terça-feira, 11 de maio de 2010

Já são 17 operários assassinados pelo descaso e ganância das construtoras nos canteiros de obras de MG

Mais um operário da construção, o 17º do ano de 2010 em Minas gerais, morreu ao ser atingido por uma pedra de aproximadamente 500 kg, que despencou de uma torre de mais de quatro metros sobre sua cabeça.

Dirigentes do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção de Belo Horizonte – o Marreta – estiveram na obra e denunciaram a ausência de técnicos de segurança do trabalho.

O Marreta coordena junto à Liga Operária uma campanha de denúncias contra a escravidão as péssimas condições de trabalho os assassinatos e mutilações de operários cometidos pelas construtoras nos canteiros de obras





Clique aqui para visitar o site do Marreta e obtenha maiores informações sobre a campanha e a luta dos operários da construção em Belo Horizonte e região [sticbh.org.br/]