sexta-feira, 4 de junho de 2010
quarta-feira, 2 de junho de 2010
O mundo protesta contra Estado sionista de Israel e seu ataque sanguinário à frota Gaza Livre
Depois do ataque das tropas sionistas à frota Gaza Livre, milhões de pessoas se levantaram em combativos protestos pelo mundo para repudiar mais um dentre inúmeros crimes do fascista Estado de Israel.
O ataque aos seis barcos que compunham à frota deixou ao menos 10 mortos e 30 feridos. Os outros cerca de centenas tripulantes — entre deputados europeus e ativistas de vários países — permanecem presos e o Estado sionista de Israel anunciou a deportação de mais de 100 ativistas no último dia 2 de junho.
Na Turquia, mais de 50 mil pessoas foram à Praça de Taksim em Istambul para repudiar o massacre sionista. Os manifestantes carregavam enormes bandeiras da Palestina e atacaram a sede da ONU no país e a embaixada de Israel, que teve de ser evacuada às pressas antes que a multidão tomasse o prédio. Revoltada, a massa enfrentou a tropa de choque da polícia com paus e pedras, deixando vários policiais feridos. Em Ancara, mais de mil pessoas atacaram a casa do embaixador de Israel no país.
Em Nazaré, cidade de Israel, centenas de pessoas foram às ruas para protestar. O mesmo aconteceu em Amã, na Jordânia, e no Líbano, onde milhares de refugiados do campo de al-Helweh, em Beirute, protestaram queimando bandeiras de Israel e do USA.
No Cairo — capital do Egito — mais de 10 mil pessoas foram às ruas exigindo a expulsão do embaixador israelense no Cairo e exigindo do gerenciamento egípcio a abertura das fronteiras de Rafah com Gaza para o envio de ajuda humanitária à região. Os manifestantes foram reprimidos pela polícia ao tentar atacar a embaixada de Israel. O mesmo aconteceu no Chipre, onde a polícia teve que bloquear algumas ruas no entorno da embaixada com barricadas de arame farpado, o que não foi o suficiente para conter a massa enfurecida com mais um crime do sionismo contra os povos árabes.
Na Faixa de Gaza, os protestos também foram intensos e reuniram mais de 20 mil pessoas. Bandeiras de Israel, pintadas com a suástica nazista foram queimadas e pisoteadas e durante todas as manifestações, representantes do Hamas e de outras organizações à frente da heróica resistência na Faixa de Gaza prometeram responder a altura o ataque contra a frota de ajuda humanitária que salvaria milhares de vidas na região. Uma greve geral já foi convocada para amanhã, segundo informações da imprensa palestina.
Na Grécia, mais de 30 mil pessoas foram às ruas repudiar o massacre sionista com um combativo ataque à embaixada de Israel, que ficou por duas horas sob uma chuva de pedras e coquetéis molotov. O povo grego — já mobilizado contra as medidas de austeridade impostas pelo gerenciamento Papandreu — deu mais uma demonstração de combatividade, que promete se repetir nas próximas semanas.
Na França, manifestantes se reuniram na avenida Champs-Elysées às portas da embaixada israelense e foram reprimidos com bombas de gás e balas de borracha pela polícia ao tentar atacar o prédio. A massa respondeu com paus, pedras e coquetéis molotov. Protestos também foram deflagrados pelo povo francês em Estrasburgo, Lille, Marselha, Lyon e Toulouse. Segundo informações de sindicatos e organizações progressistas francesas, novas manifestações vão tomar as ruas de Paris nos próximos dias para repudiar os crimes do sionismo contra o povo na Faixa de Gaza.
Em Madri, na Espanha, em Estocolmo, na Suécia, e em Roma, na Itália, massivos protestos também tomaram as ruas para repudiar o massacre do exército de Israel contra a chamada “frota da liberdade”. No USA, os protestos aconteceram em Nova York, São Francisco e Washington. No Canadá e na Austrália também aconteceram manifestações às portas da embaixada de Israel.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Exército sionista de Israel ataca comboio com suprimentos destinados à Faixa de Gaza
Estou escrevendo para você com um apelo urgente. A frota Gaza Livre está a caminho para a Faixa de Gaza. Esta frota inclui navios de grande porte com material de reconstrução, suprimentos médicos e material escolar e 800 passageiros de 50 países.
Esta é uma oportunidade para denunciar a desumanidade do cerco de Israel a longo de três anos e em execução. Israel disse que irá interceptar e impedir a chegada dos navios em Gaza, eles já têm feito isso e podem fazê-lo novamente.
O comunicado concitava organizações democráticas a “traduzirem e divulgarem amplamente esta denúncia afim de garantir que os barcos e os ativistas tivessem algum grau de proteção contra ataques e agressões.”
Denúncia que se confirma de forma sangrenta
"Na escuridão da noite, os militares israelenses desceram de um helicóptero para o barco turco de passageiros 'Mavi Marmara' e começaram a atirar quando pisaram no convés", anunciou o site do Movimento Gaza Livre. Imagens transmitidas ao vivo, filmadas por tripulantes turcos, mostraram o ataque israelense.
Mais de 10 tripulantes assassinados
Dezenas de feridos
A cineasta brasileira Iara Lee está entre os tripulantes atacados
É a nona vez que o movimento Gaza Livre tenta enviar solidariedade à Faixa de Gaza
Há três anos Israel mantém, com o patrocínio do USA, bloqueio e cerco militar à faixa de Gaza
O exército sanguinário de Israel atacou, às 4 horas da madrugada do dia 31 de maio (22 horas do dia 30 no horário de Brasília), um comboio de ajuda humanitária à Gaza.
O Estado sionista-fascista de Israel impõe um bloqueio total à Faixa de Gaza há mais de três anos impedindo a entrada de alimentos, medicamentos e qualquer ação de solidariedade com o povo palestino.
A frota “Gaza Livre" (Free Gaza em inglês) é composta por três navios que levavam 750 ativistas e três outros com 10 mil toneladas de carga. Os navios partiram de uma área próxima do Chipre e foram atacados no Mar Mediterrâneo, a cerca de 60 km da costa do território palestino de Gaza, em águas internacionais.
Os ativistas filmaram o ataque israelense contra a frota. Imagens de um canal de televisão da Turquia (a maioria dos ativistas provém deste país) mostraram durante uma hora a ação arbitrária do Exército de Israel ao vivo, até que as imagens foram cortadas. A transmissão mostrou os militares israelenses invadindo uma das três embarcações deforma truculenta, agredindo os seus ocupantes.
Apesar de os ativistas terem mostrado bandeiras brancas em sinalização de que aquela era uma missão de paz, os soldados abriram fogo contra a tripulação.
A agressão do exército israelense contra o
comboio de solidariedade internacional deixou dezenas de feridos e mais de 30 pessoas feridas, a maioria turcos. Entre os tripulantes havia uma brasileira: a cineasta Iara Lee (foto). Até o momento (13 horas do dia 31 de maio) não há notícias que indiquem se ela está entre as vítimas.
Esta foi a nona vez que o movimento Gaza Livre tentou enviar ajuda à Gaza desde o início do cerco e bloqueio militar.
Esquerda: Manifestantes em Taksim, Turquia, após o ataque israelense ao Gaza Livre
Direita: Protesto em solidariedade ao Gaza Livre no porto Ashdod, Israel
quinta-feira, 27 de maio de 2010
França: trabalhadores preparam greve nacional contra "reforma" previdenciária antipovo
No último dia 27 de maio os trabalhadores franceses foram às ruas em Nantes, sexta maior cidade da França, em grande protesto como parte das mobilizações pela greve nacional convocada por sindicatos contra a “reforma” previdenciária. Uma medida antipovo anunciada pelo governo prevê o aumento da idade de aposentadoria, que atualmente é 60 anos como, como parte de um pacote econômico que visa empurrar a crise para adiante. terça-feira, 25 de maio de 2010
Últimas notícias da greve na USP: acesso à reitoria é bloqueado por grevistas
Os trabalhadores reivindicam:
- Isonomia salarial entre funcionários e professores, (desde que os docentes receberam 6% de aumento em fevereiro, após uma longa jornada de greves e agitações, que motivou os funcionários a seguir o mesmo caminho de luta.)
- Reajuste salarial de 16% — como reposição de inflação e das perdas históricas — mais uma parcela fixa de R$ 200,00
- A readmissão do funcionário e dirigente sindical Claudionor Brandão, demitido da universidade por sua postura combativa e luta por democracia e direitos dos servidores, professores e estudantes.
Moradores protestam contra descaso da prefeitura em Maceió
Na manhã do dia 24 de maio os
moradores do bairro do Jacintinho, em Maceió – AL, bloquearam a ladeira Coronel Paranhos, principal da região e via de acesso ao bairro, exigindo da gerência municipal a pavimentação e a drenagem da Rua Alto da Boa, que fica paralela.
Durante o protesto, a população ergueu e ateou fogo em barricadas de pneus e galhos de árvores impedindo o tráfego no local. Os moradores denunciam que, há dois anos, técnicos da prefeitura da cidade estiveram no bairro, fizeram os levantamentos e não voltaram nunca mais. O morador do Jacintinho, José Ataíde, denunciou que “No inverno (época das chuvas) o problema é a água que invade nossas casas e no verão (período da seca na região Nordeste) são os buracos”.
O Corpo de Bombeiros foi acionado para conter as chamas. Logo após a combativa manifestação, os moradores conseguiram agendar uma reunião com o prefeito Cícero Almeida.
Sem-teto enfrentam PM em Recife e resistem contra despejo
No bairro Boa Viagem, zona Sul de Recife, e em Dois Irmãos, zona Oeste, policiais da tropa de choque provaram um pouco da ira dos trabalhadores que lutam por moradia no estado de Pernambuco.Na manhã do dia 20 de maio, centenas de moradores da comunidade Portelinha bloquearam a rodovia PE-05 para protestar contra um mandato de reintegração de posse na área onde se localiza a ocupação.
A polícia foi enviada para o local para reprimir a manifestação. Logo que chegou, a tropa de choque foi recebida com paus e pedras pela massa enfurecida, que destruiu duas motos e um carro da polícia. Rosângela Maria da Silva, uma das moradoras da Portelinha que participava do protesto, mesmo grávida, foi agredida na barriga com golpes de cassetetes por um policial e levada para um hospital da região onde continua internada.
Já em Boa Viagem, moradores da ocupação Pantanal, bloquearam a avenida Domingos Ferreira para protestar contra a demolição de 15 casas para a realização de obras da Via Mangue. Mas nem a manifestação pôde conter os tratores do gerenciamento fascista de João da Costa.
Há tempos que a paciência das famílias de trabalhadores sem-teto de Pernambuco com o prefeito chegou ao seu limite.
África do Sul: às vésperas da Copa, greve!
sul-africanos nos setores de transportes e estiva continuam em greve. A paralisação, que já entra em sua segunda semana, interrompeu as exportações de metais, carros, frutas e vinho para a Europa e a Ásia, assim como as importações de peças de veículos e combustível, dando um inestimável prejuízo aos empresários do país. Fabricantes de veículos já ameaçam interromper a produção por falta de matéria prima. Além disso, muitos equipamentos necessários para a realização da Copa do mundo ainda não chegaram ao país por conta da greve nos portos. Prontamente, os gerenciamentos de turno, cortaram os salários dos trabalhadores em greve e decretaram-na ilegal. Mas os grevistas prometem não recuar enquanto os salários não forem reajustados.
— Nós não aceitamos que uma copa do mundo sirva de álibi para esses empresários entrarem em nosso país e saqueá-lo. Nosso povo já ganha mal e come mal e agora eles querem que nós trabalhemos mais ainda, mas nós não vamos aceitar. A greve continua — disse a presidente da União dos Trabalhadores em Transportes da África do Sul, Jane Barrett.
Os trabalhadores exigem um reajuste mínimo de 13% para todas as categorias como condição para encerrarem a greve, que começou no dia 10 de maio. Mas, segundo um pronunciamento do próprio gerente Zuma, caso não sejam rapidamente melhoradas as condições de trabalho e habitação do povo, os protestos podem ser radicalizados, comprometendo a realização da Copa do mundo.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Informações diretamente da greve da Unimontes
Um primeiro ponto que gostaria de informar é sobre a Audiência Pública, realizada na Assembleia Legislativa no dia 14 de maio, sobre a situação da universidade. A audiência contou com a presença de mais de 150 pessoas, entre estudantes, professores e servidores.
O deputado Rui Muniz , que é dono da FUNORTE, uma das maiores instituições privadas de ensino superior de Minas Gerais , presidiu a audiência e teve a desfaçatez de encerra-la somente após todos os políticos demagogos fazerem suas promessas , sem ouvir ninguém, sendo que os presentes só se fizeram ouvir porque permaneceram por mais de 3 horas, ocupando o plenarinho, deixando claro que só sairiam depois de expor seus problemas.
Gostaríamos de citar mais exemplos de falta de democracia perseguição política perpetrada pela reitoria e a direção da universidade. 1) seguranças particulares a paisana vigiando e intimidando grevistas, 2) ameaças públicas pelo rádio da universidade e jornais televisivos locais de corte de verbas e demissão, 3) servidores colocados à disposição arbitraria e sumariamente por participar da greve, 4) exigência de lista de presença de alunos que participam da greve para coerção, 4) 0 atual reitor da Unimontes está a 3 gestões na direção da universidade sendo que na ante-penúltima e ultima foi imposto por meio de lista tríplice.
A privatização da universidade é tamanha que, na última assembleia de professores realizada ontem dia 20 de maio, um estudante de medicina denunciou que o Hospital Universitário está sendo utilizado por estudantes de universidades particulares, inclusive da FUNORTE do Rui Muniz.
Sobre a greve dos servidores, é importante destacar que a direção do sindicato manobrou para que os trabalhadores encerrassem a greve, cedendo às ameaças do governo e reitoria. A interrupção da greve por 10 dias resultou em nenhum atendimento da pauta por parte do governo que não cumpre seu acordo e se mantêm sem negociar. A notícia veiculada na imprensa local sobre o fato de os servidores haverem recebido 10% de aumento não é verdadeira.
















