Leonardo Gaudio
Julian Assange, fundador do Wikileaks, site que divulgava documentos secretos sobre a agressão ianque contra os povos do mundo foi preso. O Wikileaks revelou documentos importantes da agressão contra o Iraque e Afeganistão e ainda sobre Guantânamo, e revelou mais de 250 mil correspondências diplomáticas ianques.
Descaradamente visando encobrir a motivação política da perseguição contra Julian Assange, desqualificando-o, a Interpol emitiu ordem de prisão “por suspeita de estupro e agressão sexual”.
Descaradamente visando encobrir a motivação política da perseguição contra Julian Assange, desqualificando-o, a Interpol emitiu ordem de prisão “por suspeita de estupro e agressão sexual”.
A perseguição torna-se ainda mais clara quando o banco suíço no qual o Wikileaks abriu uma conta para arrecadar fundos para a defesa de seu fundador, simplesmente cancelou a conta alegando que recebeu informações falsas do correntista.
Kristinn Hrafnsson porta-voz do wikileaks avisou que o trabalho de divulgação dos documentos secretos continuará, dizendo ainda que qualquer desenvolvimento relacionado com Julian Assange não vão mudar os planos que temos em relação às publicações de hoje e nos próximos dias.
Disse ainda que o site será mantido por um grupo em Londres e em outros locais.
Dentre os milhares de documentos divulgados existe um que fala da aprazível cidade mineira de Araxá, conhecida nacionalmente por seus doces e internacionalmente por concentrar 75% da produção mundial de nióbio que tem como uma de suas utilizações principais o processo de enriquecimento de urânio. Segundo o documento divulgado pelo Wikileaks o impérium afirma que um ataque contra este local afetaria a segurança do USA. Ou seja Se acham no direto de “proteger” um recurso mineral que, em tese, nem deles é. Não é por acaso que vale tudo para impedir a divulgação destes documentos.
