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terça-feira, 10 de maio de 2011
terça-feira, 19 de abril de 2011
Greve dos funcionários terceirizados da USP
Política de terceirização na USP escraviza funcionários e precariza a universidade
Na sexta feira, dia 8 de abril, os funcionários da limpeza da USP entraram em greve por não receberem os salários do mês e pelo corte do vale-transporte. A "limpadora União", empresa contratada pela reitoria, alega que o valor repassado pela universidade é de somente 70% do total que deveria ser pago, fazendo com que a empresa ficasse inadimplente, devendo agora rescindir seu contrato, com os funcionários até dia 20 de abril.
Nesta terça feira de manhã, cerca de 200 funcionários organizaram piquetes e bloquearam a entrada da reitoria, a tarde decidiram em assembleia continuar a mobilização, saindo em passeata até Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - FFLCH, que tiveram as aulas paralisadas pela quantidade de sujeira acumulada.
Os funcionários terceirizados não têm o direito de usufruir do espaço da universidade, como a bandejão e o hospital, e recebem um salário bruto de R$598,00. Denunciam também as péssimas condições de trabalho, onde alguns utilizam o espaço de porões e banheiros para fazer suas refeições, não tendo direito nem a um espaço para tomarem banho e guardarem seus pertences.
Carla Silva
Na sexta feira, dia 8 de abril, os funcionários da limpeza da USP entraram em greve por não receberem os salários do mês e pelo corte do vale-transporte. A "limpadora União", empresa contratada pela reitoria, alega que o valor repassado pela universidade é de somente 70% do total que deveria ser pago, fazendo com que a empresa ficasse inadimplente, devendo agora rescindir seu contrato, com os funcionários até dia 20 de abril.
Nesta terça feira de manhã, cerca de 200 funcionários organizaram piquetes e bloquearam a entrada da reitoria, a tarde decidiram em assembleia continuar a mobilização, saindo em passeata até Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - FFLCH, que tiveram as aulas paralisadas pela quantidade de sujeira acumulada.
Os funcionários terceirizados não têm o direito de usufruir do espaço da universidade, como a bandejão e o hospital, e recebem um salário bruto de R$598,00. Denunciam também as péssimas condições de trabalho, onde alguns utilizam o espaço de porões e banheiros para fazer suas refeições, não tendo direito nem a um espaço para tomarem banho e guardarem seus pertences.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Pernambuco: Operários da Odebrecht enfrentam a polícia e provocam incêndio
Há 3 semanas atrás, no dia 2 de fevereiro, os funcionários da Odebrecht, inconformados com a decisão da justiça que considerou sua greve ilegal, atearam fogo em um alojamento da empresa, em Cabo de Santo Agostinho, Ceará. Houve confrontos com a polícia.
Os trabalhadores, que estavam em greve há uma semana, exigiam um aumento de 30% referentes à insalubridade da atividade. Outra notícia que motivou a rebelião operária foi a de que os funcionários seriam demitidos por justa causa caso não voltassem a trabalhar.
Quando a situação estava acalmada, a polícia prendeu o trabalhador Jean Carlos, acusado de ser o responsável pela manifestação, causando verdadeira fúria na massa que enfrentou a tropa de choque da PM e ateou fogo novamente no alojamento.
Os oito mil funcionários da Odebrecht trabalham no Polo Químico de Suape. Os operários denunciam as condições de trabalho desumanas, os salários miseráveis e as humilhantes normas de controle e segurança implantadas pela empresa.
Na próxima edição impressa de AND (março de 2011) sairá uma matéria sobre a greve dos trabalhadores da Odebrecht.
Os trabalhadores, que estavam em greve há uma semana, exigiam um aumento de 30% referentes à insalubridade da atividade. Outra notícia que motivou a rebelião operária foi a de que os funcionários seriam demitidos por justa causa caso não voltassem a trabalhar.
Quando a situação estava acalmada, a polícia prendeu o trabalhador Jean Carlos, acusado de ser o responsável pela manifestação, causando verdadeira fúria na massa que enfrentou a tropa de choque da PM e ateou fogo novamente no alojamento.
Os oito mil funcionários da Odebrecht trabalham no Polo Químico de Suape. Os operários denunciam as condições de trabalho desumanas, os salários miseráveis e as humilhantes normas de controle e segurança implantadas pela empresa.
Na próxima edição impressa de AND (março de 2011) sairá uma matéria sobre a greve dos trabalhadores da Odebrecht.
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